Antecipação

Catalisa · Plataforma de produtos financeiros

Monte o seu produto financeiro em dias — e sem obra.

Originação, decisão, desembolso e cobrança sobre blocos que já rodam em produção. Você desenha a esteira; a fundação já está de pé. Crédito é a primeira, e a mesma base serve a próxima.

Para quem monta operação: gestora de FIDC · securitizadora · fintech de crédito · banco médio · cooperativa

1 · LastroO que existe, e é de quem diz ser
2 · DossiêTudo que a decisão precisa ver
3 · DecisãoA regra é sua, e o seu time muda
4 · DesembolsoSai com alçada e com rastro
5 · BaixaPagou, o título liquida sozinho

A tese

Oitenta por cento do processo é igual em qualquer operação de crédito.

Troque a operação e repare: as cinco etapas não se mexem. O que muda é o dado que decide — e é ele que é o seu diferencial.

A operação de referência

O esqueleto inteiro, provado ponta a ponta.

Nota pelo WhatsApp Dossiê glosa por operadora Mesa fora da alçada, alguém assina Pix desembolso autorizado Baixa o convênio paga e o título liquida
Mesa de crédito · fila de análise

Aguardando decisão

Clínica VegaR$ 320.000fora da alçada
Instituto AuroraR$ 84.500
Núcleo DiagnósticoR$ 41.200

Clínica Vega3 notas de OS

PagadorOperadora de saúde
Valor de faceR$ 320.000,00
Alçada automáticaR$ 300.000,00 · excedida
Cobertura da glosa63%

O corte da política é 80%. A terceira nota chegou sem o CNPJ do pagador, e sem ele não há histórico daquela operadora.

Aprovar com ressalvaRecusar

Nomes ilustrativos. A tela é a de verdade — e quem aperta o botão é gente.

R$ 320 mil

a soma das três notas do demo

R$ 300 mil

a alçada — por isso a operação vai para a mesa

63%

a cobertura da glosa depois que a terceira nota chega sem CNPJ

O roteiro foi desenhado para ensinar, não para impressionar: um demo que sempre aprova esconde justamente o passo em que uma pessoa decide.

Próximo passo

Trinta minutos com um recebível seu.

Você traz uma carteira de exemplo. A gente carrega a sua política. A proposta sai na tela na sua frente — a mesma que o seu cliente veria.

A camada que falta

Produto sob medida, em dias.

O mercado te vende o andar de cima pronto — e junto vem o processo de outro. Ou te vende as peças do porão, e montar vira projeto da sua TI. Falta o meio.

O mercado te vende o andar de cima pronto — e junto vem o processo de outro. Ou te vende as peças do porão, e montar vira projeto da sua TI. Falta o meio.

a sua política — você move, sem código Corte de risco até onde aprova Alçada quando vai à mesa Preço como o custo é montado A proposta o que o cliente lê a fundação — a esteira já roda em produção lastro · dossiê · decisão · desembolso · baixa Antecipação de OS a operação de referência Risco sacado outra regulagem, mesma esteira Agenda de cartão outra regulagem, mesma esteira

O andar de cima pronto

Rápido de ligar. Mas o processo é do fornecedor, e o seu diferencial competitivo passa a ser o dele.

As peças do porão

Ótimas peças. Só que montar o processo continua sendo um projeto da sua TI, e a segunda operação custa como a primeira.

O meio, que é o que falta

Fundação pronta, produto seu, e a camada do meio nas mãos de quem entende de crédito — não de quem escreve código.

A terceira saída, e o que ela cobra

Há quem resolva isso terceirizando a esteira inteira.

É o modelo que domina o crédito de grande porte no país há mais de uma década: a plataforma roda sob o domínio do banco, na infraestrutura do fornecedor, e o banco paga por contrato processado. Funciona. Só que a conta chega em três lugares.

O custo de troca deixa de ser o código

Passa a ser gente. Quem processa a sua esteira conhece a sua operação melhor do que você — e essa é a dependência que não se resolve migrando sistema.

Só cabe acima de um porte de contrato

E é justamente abaixo dele que o mercado está crescendo: gestoras de FIDC, SCD, securitizadoras, cooperativas, correspondentes. Quem não tem volume para o contrato fica sem opção — e é para essa mesa que a gente foi construído.

O canal é portal

A esteira espera que o cliente entre, faça login e preencha. Aqui a nota entra na conversa — e o agente que atende é o mesmo motor que decide, com o mesmo dado.

Isto é uma afirmação sobre um modelo de contratação, não sobre um fornecedor: o modelo de plataforma somada a BPO é público e tem mais de dez anos de mercado no Brasil.

Regulatório e burocrático

O chato é exatamente o que diferencia.

Registro, averbação, alçada, prazo com relógio, conferência de lastro. Ninguém quer construir isso — e a norma passou a exigir. É aí que a operação se ganha ou se perde.

A norma trabalha a seu favor

Parte disso já deixou de ser diferencial. Virou atribuição.

CVM 175 Anexo II · art. 2º, XVII e art. 36

A conferência do lastro é atribuição do gestor.

Origem
Existência
Exigibilidade

Individual ou por amostragem — e nesse caso com modelo estatístico consistente e passível de verificação, cujas regras ficam públicas na página da classe.

E terceirizar não é saída: quem contrata prestador para conferir o lastro passa a ter o dever de fiscalizar essa atuação (art. 36, §5º). Fiscalizar sem evidência não existe.

CMN 4.966 desde 01/01/2025

Perda esperada, estimada antes de qualquer inadimplência.

Estágio 1perda de 12 meses
Estágio 2perda de toda a vida da operação
Estágio 3crédito com problema

Se a provisão acompanha o risco, mitigar risco vira número no balanço — e provisão é capital.

E esta tem data

A duplicata escritural vai obrigar um passo novo no seu fluxo.

jul · 2026Produção assistida. Adesão voluntária.você está aqui
meados · 2027Obrigatório para os grandes sacados.
fim · 2027Obrigatório para os médios.
meados · 2028Obrigatório para os pequenos.

Quem tem o processo em artefato acrescenta um passo numa tarde. Quem não tem entra na fila do roadmap de outro — junto com todos os outros clientes dele, que têm a mesma data no calendário.

Base legal da duplicata escritural: Lei 13.775/2018, Res. BCB 339/2023, Res. BCB 540/2025, Res. CMN 4.815/2020 e Decreto 9.769/2019 — registradoras autorizadas hoje: B3, CERC e Núclea, e o Banco Central regula e supervisiona, não registra. A verificação de lastro está no Anexo Normativo II da Res. CVM 175, com orientação sistematizada no Ofício-Circular 8/2025. A perda esperada, na Res. CMN 4.966/2021.

O prejuízo grande não veio de calote.

Veio de fraude, desvio de recursos e falha operacional. Isso não é um score que se compra: é processo.

O risco de verdade

Os prejuízos históricos mais relevantes nesse mercado não vieram de carteiras que deixaram de pagar além do esperado, mas de fraudes, desvio de recursos e falhas operacionais.

Jean-Pierre Cote Gil, sócio e gestor da Vinland Capital, ao InfoMoney

Isso não é um score que se compra. É processo — e é a única categoria de perda que fornecedor de dado nenhum resolve por você.

Existe?

O lastro é conferido contra o documento, não contra o que alguém digitou.

É de quem diz ser?

O pagador é ligado pelo documento, não pelo nome — "Unimed" e "Unimed São Paulo" são empresas diferentes.

Quanto ele costuma pagar?

O histórico daquele pagador entra antes do deságio, não depois.

E quem assina, quando sai da alçada?

Uma pessoa, com o dossiê à vista. O Financial Stability Board abriu em junho de 2026 consulta sobre IA em finanças, com atenção a agentes que agem sem supervisão — aqui a supervisão está onde a decisão dói.

O tamanho da mesa

Não falta dinheiro no mercado de recebíveis. Falta operação montada.

R$ 852,7 bi

patrimônio líquido dos FIDCs

ANBIMA · junho de 2026

3.800

classes de FIDC — alta de 26,7% em doze meses

ANBIMA · dez/24 a nov/25

426

gestoras — alta de 14,5% no mesmo período

ANBIMA · dez/24 a nov/25

Repare na diferença entre os dois últimos: as classes crescem quase o dobro das gestoras. As casas que já existem estão lançando mais operações diferentes — e é aí que a conta aperta.

Os casos

Onze operações. Onze riscos. O mesmo esqueleto.

Uma está em produção. As outras compartilham o mesmo esqueleto — o que cada uma pede a mais é o trilho de registro da sua garantia.

Onde isso já cabe

Procure a sua. O que muda de uma para a outra é sempre o dado que decide — e nunca o processo em volta dele.

Nota de OSreferência

quem paga · a operadora de saúde

A glosa: o convênio paga menos do que a nota.

Repasse de marketplace

quem paga · a plataforma de delivery ou e-commerce

Cancelamento, chargeback e a retenção que a plataforma segura.

Contrato recorrente

quem paga · o cliente PJ do contrato

Churn e disputa de SLA — o recebível some se o contrato morre.

Duplicata mercantil

quem paga · a indústria compradora

Performance da entrega e concentração num sacado só.

Agenda de cartão

quem paga · a credenciadora

Trava de domicílio e a disputa pela mesma agenda.

Frete e CT-e

quem paga · o embarcador

Comprovação de entrega e o prazo do embarcador.

Energia distribuída

quem paga · o consumidor da usina

Geração abaixo do previsto e a inadimplência da fatura.

Aluguel

quem paga · o inquilino

Inadimplência e rescisão antes do fim do contrato.

Consignado

quem paga · o empregador, em folha

Averbação e a margem que já foi usada.

CPR do agro

quem paga · o comprador da safra

Produção, preço e clima — três riscos, não um.

Precatório

quem paga · o ente público

Prazo e ordem cronológica, não capacidade de pagar.

Cada linha responde às mesmas cinco perguntas. Leia na vertical: o que muda é sempre o dado que decide — e nunca o processo em volta dele.

Para quem quer comparar

As sete primeiras, lado a lado.

OperaçãoQuem cedeQuem pagaO que faz o riscoO dado que decideO que muda no processo
Nota de OSMédico, clínicaA operadora de saúdeA glosa: a operadora paga menos que a notaCobertura histórica de glosa por operadora e procedimentoÉ o caso que está no ar hoje
DuplicataFornecedor da indústriaA indústria compradoraPerformance da entrega e concentração por sacadoHistórico do sacado e o registro na registradoraConsulta de registro antes da cessão e limite por sacado
Agenda de cartãoO lojistaA credenciadoraTrava de domicílio e disputa pela agendaAgenda registrada e efeitos de contratoA garantia é a agenda; a liquidação vira automática
AluguelO locadorO inquilinoInadimplência e rescisão do contratoHistórico do contrato e a garantia — fiador, seguroLastro de trato sucessivo: recorrência no lugar do título
PrecatórioO credor da açãoO ente públicoPrazo e ordem cronológicaFase processual e qual é o ente devedorO prazo vira risco de duração, não de crédito
CPR do agroO produtorO comprador da safraProdução, preço e climaÁrea, histórico de safra e preço futuroDado externo com sazonalidade; garantia física
ConsignadoO empregadoO empregadorAverbação e margem disponívelMargem e vínculo, não scoreA averbação vira passo obrigatório do fluxo

A base já roda ponta a ponta

Originação, decisão, alçada, desembolso e baixa — com dinheiro de verdade, do WhatsApp ao Pix. É o que o demo executa, sem login.

Todo segmento herda essa base

Lastro, dossiê, decisão, desembolso e baixa não mudam de operação para operação. O que muda é o dado que decide — e é ele que é o seu diferencial.

O trilho de registro é escopo, e a gente mede

Registradora, agenda de cartão, cartório, averbação de folha: cada segmento tem o seu. Dizemos qual e quanto antes da proposta — nunca depois do contrato.

Como a gente trabalha: a base é a mesma para os onze, e o trilho de registro de cada segmento entra como escopo medido — registradora, agenda, cartório ou averbação, conforme a garantia. Preferimos dizer qual e quanto antes da proposta a marcar uma caixa que o contrato não sustenta.

Próximo passo

Qual é a sua operação?

Traga a que você já tem, ou a que quer lançar. Em trinta minutos dá para saber o que reaproveita e o que precisa ser ligado.

Como entregamos

Em dias, porque é montagem.

O que leva tempo num projeto de crédito nunca foi a tela: é a fundação. E a fundação já está de pé, em produção.

Quanto trabalho isto dá

Três colunas, e a sua operação inteira cabe nelas.

já pronto
você configura
a gente integra
Originação e capturaA nota entra por WhatsApp ou portal
Dossiê da operaçãoLastro, histórico e proposta num lugar
Regra de decisãoAs faixas e os cortes são a sua política
Alçada e preçoAté quanto aprova sozinho, e quanto custa
Texto da propostaO que o seu cliente lê
Desembolso por PixAutorizado, com rastro
Baixa automáticaPagou, o título liquida
Registro da garantiaRegistradora, cartório, averbação
O seu ERP e o seu bureauO que você já tem e não vai trocar
O que isso significa
Existe e roda em produção. Você não paga por construir de novo.
O seu time de crédito muda na tela, sem chamado e sem sprint.
É o escopo que a gente mede antes da proposta — nunca uma caixa já marcada.

Sete das nove linhas já existem. É por isso que a primeira operação sai em dias — e é por isso que a segunda sai mais rápido que a primeira.

E elas se combinam

Bloco com bloco vira processo — sem código no meio.

Motor de decisão+Dados da operaçãoarrow_forwardA alçada que você desenhou, decidindo com o histórico daquele pagador.
Conta e Pix+Eventosarrow_forwardO convênio paga e o título liquida sozinho — ninguém confere extrato.
Conversa+Motor de decisãoarrow_forwardA nota entra pelo WhatsApp e a proposta volta pelo mesmo canal.
Identidade+Dossiêarrow_forwardA mesa vê a operação inteira; o cedente vê só a dele. O mesmo dado, dois recortes.

A distinção que importa para um comitê de risco

Isto não é "faça um app por prompt".

o que se vende por aí

Código gerado na hora

A Gartner projeta que abordagens de prompt-to-app adotadas por quem não é da TI aumentem defeitos de software em larga escala até 2028, com crise de qualidade e confiabilidade.

Cada mudança é software novo, e software novo tem defeito novo.

o que acontece aqui

Configuração de bloco testado

Mudar uma faixa de alçada não gera software: muda um valor num bloco que já foi testado e já está em produção — no seu ambiente de homologação primeiro.

A IA entra na montagem, feita por quem sabe o que está montando.

O que se mede antes

"Em dias" tem letra miúda, e ela é curta.

O que é rápido

O esqueleto: originação, dossiê, decisão, alçada, desembolso e baixa. Já existe.

O que é a variável

Integração com o que você já tem — o ERP do fundo, o seu bureau, o seu core, a registradora da sua garantia.

Por isso medimos primeiro

A conversa de trinta minutos serve para separar o que reaproveita do que precisa ser ligado, antes de qualquer proposta.

Continuidade

O produto final é seu.

Investir na plataforma que sustenta o negócio não pode virar risco de continuidade. A resposta não é promessa — são três coisas concretas.

É a pergunta certa, e ela vem sempre: e se eu ficar dependente? A resposta não é uma promessa — são três coisas concretas.

O produto final é seu

A sua operação não mora em código nosso: mora em artefatos — o fluxo, a tabela de decisão, a alçada, o preço, o texto da proposta, os dados.

Artefato é o que se abre, se lê e se muda.

O seu time aprende a evoluir

Treinamos o time de crédito e de operações, não a sua TI. Quem muda a regra é quem entende do risco.

É de propósito: time técnico quer escrever código, e código é o que a proposta aqui evita.

A saída é contratada

Escrow, licença perpétua da versão entregue ou cessão condicionada a gatilho: o termo que fecha esse risco é escolhido com você, e fica no contrato.

Não é letra miúda — é a cláusula que faz o comitê aprovar.

Onde isso deixa a Catalisa

Duas perguntas separam quem vende software de crédito.

Quem consegue mudar o processo? E de quem é o produto no fim? Quase todo fornecedor responde bem a uma e mal à outra.

só o fornecedor muda o time de negócio muda produto do fornecedor produto do cliente Projeto sob medida O produto é seu, mas cada mudança é uma sprint — e depende de gente técnica. Catalisa Fundação pronta, produto seu, e o processo em artefato que o time de crédito edita. Rápido de entrar, barato de mudar. Sistema de prateleira Rápido de comprar, e o seu processo vira o processo deles. Peças de infraestrutura Blocos ótimos — mas quem monta o processo continua sendo a sua TI.

Este quadrante é nosso, não da Gartner. A Gartner não avalia a Catalisa, e dizer o contrário seria inventar credencial. Os eixos são a leitura que fazemos do mercado — e a categoria em que a Gartner nos colocaria é a de originação de crédito.

Se você quiser ir mais longe

Whitelabel, rodando na sua infraestrutura.

Não é o pitch principal, e é de propósito: para a maioria, a autonomia do time e a saída contratada já resolvem. Mas quando o comitê exige que o dado e o processo fiquem dentro de casa, essa porta existe.

O que é

A plataforma sobe no seu ambiente, com a sua marca e o seu domínio. O dado da operação não sai de lá.

Quem opera

O seu time, com a nossa formação. A atualização vem por versão, na sua janela — não quando for conveniente para nós.

O que fica escrito antes

Requisito de ambiente, quem responde por incidente, e como uma versão nova entra. Sem isso, whitelabel é promessa.

Onde não vamos

O que a Catalisa não é.

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    Core bancárioNão disputamos o razão. Sentamos ao lado dele.
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    Registradora ou bureauConsumimos os dois. O bureau diz se o CNPJ paga; nós somos o processo que usa isso.
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    Gestora ou administrador fiduciárioNão gerimos fundo e não fazemos a contabilidade dele. O seu ERP de FIDC continua no lugar.
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    Promessa de aprovação, taxa ou retornoA mesa decide. A plataforma organiza a decisão e guarda o porquê.

Próximo passo

Comece pela pergunta difícil.

Traga o comitê. As perguntas de continuidade são as que respondemos melhor, porque são as que já nos fizeram.

Mesa de crédito

Acesso restrito à equipe de análise.

Veja funcionando

As notas entram no sistema e a análise roda de verdade — não é uma gravação.

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O que acontece atrás

Mande as notas ao lado para começar.

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